Inteligência Artificial na Medicina

Inteligência Artificial na Medicina

Se você imagina que Inteligência Artificial é uma guerra apocalíptica entre robôs e seres humanos, esse texto é para você.

Desde a década de 50 que programas de Inteligência Artificial (IA) estão no nosso meio. A IA é um termo usado para descrever o uso de computadores e de tecnologia que simulam a inteligência e o pensamento comparável ao comportamento humano. Longe de substituir os profissionais de saúde, a IA tem a proposta de ajudá-los em suas atividades diárias, de maneira moderna e segura. A maior vantagem da Inteligência Artificial na medicina é, sem dúvidas, o auxílio no diagnóstico de patologias.

No Brasil, podemos encontrar programas baseados na Inteligência Artificial em algumas instituições, onde há aparelhos de imagem capazes de apontar possíveis doenças e notificar o médico automaticamente. Além do diagnóstico mais apurado, outras vantagens da IA seriam no desenvolvimento de novos medicamentos, tornado o processo menos dispendioso, assim como instituir um tratamento personalizado para cada indivíduo. Cada paciente responde a um determinado tratamento de forma diferente. Com o uso da IA é possível descobrir características que indicam quais pacientes se adaptariam melhor a um tratamento específico.

Então, como essas máquinas aprendem?

Através programas de algoritmos que identificam padrões de similaridade, da mesma maneira que os médicos foram treinados em sua formação. A grande diferença é que os algoritmos precisam de um grande número de exemplos concretos para aprender. Por isso que é necessário um vasto banco de dados digitais.

Por exemplo, detecção de um câncer pulmonar ou de AVC em exames de tomografia.

E isso é apenas o começo.

Quanto mais digital e unificado forem os registros médicos, mais a IA pode nos ajudar a avaliar padrões e nos possibilitar a fornecer diagnósticos mais acurados e tomar decisões avaliando o custo-benefício.

Ficou desconfiado?

Não se desespere!

As máquinas jamais substituirão a complexa e delicada relação médico-paciente.

Elas perecem de qualidades humanas como empatia e compaixão. Portanto, a batalha entre androides e a espécie humana ficará, exclusivamente, no campo da ficção.

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